Jornal
Poucas e boas

Notas, notícias, dicas e links

19/08/2008

Preparações para intercâmbio

Estudar em outro país pode ser uma bela oportunidade de crescimento. O contato com outra cultura gera um aprendizado que, na maioria das vezes, é muito mais amplo do que o previsto nos currículos formais. Mas para desfrutar ao máximo essa troca, a informação é fundamental. Leia algumas orientações na reportagem do site Terra.

Aprendendo com as antigas civilizações

A riqueza da civilização maia encantou o filósofo Leonardo Boff, que esteve nas regiões da América Central onde habitam os descendentes “daquele extraordinário ensaio de civilização”. Conversou com sábios, sacerdotes e xamãs e, defendendo a inteligência sensível, destacou três pontos centrais daquela civilização que segundo ele nos ajudaria a pensar nesse modelo de civilização globalizada em que vivemos, que “implica uma guerra contra a natureza” e “está levando todo o sistema de vida a uma grande crise”. Para saber quais aspectos daquela civilização chamaram a atenção do filósofo, leia o artigo Ensinamento dos antigos maias para uma civilização em crise.

Comunicação on-line

Ninguém mais dúvida de que a comunicação via e-mail é cada vez mais usada em todos os cantos do mundo. E, assim como em outras formas de comunicação, a elegância é qualidade cada vez mais valorizada. O artigo de Maria Helena de Nóbrega na Revista Língua Portuguesa - UOL oferece orientações preciosas para quem ainda tem dúvidas sobre as regras desse discurso. Após a leitura, tornam-se ainda mais espantosos certos endereços eletrônicos como “gatinhocorajoso@...” ou “coracaosangrento@...”

Energia própria

Recentemente, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, envolveu-se em uma polêmica ao dizer, numa reunião da Organização Mundial do Comércio (OMC) em Genebra, Suíça, que os países ricos usavam a técnica nazista de desinformação. Quer dizer, quando uma afirmação é incessantemente reproduzida, ela acaba sendo tomada por verdade. Nesse sentido, podemos fazer uma analogia com a situação da juventude, constantemente acusada de alienada. Alguns educadores concordam que, apesar dos problemas efetivos que enfrentam em sala de aula, já não dá mais para seguir reproduzindo essa premissa. Ler o artigo de Karina Yamamoto no site Onda Jovem é uma boa oportunidade para conhecer melhor a questão e entender que a ânsia do jovem pelo que é novo é um potencial, e não um problema.