As primeiras pesquisas empíricas quanto à influência da classe de origem dos estudantes sobre seu desempenho acadêmico e suas chances profissionais tiveram por objeto populações estudantis espanholas e francesas. O movimento estudantil que varreu a Europa em 1968 foi, em grande parte, determinado por estas ideias sobre o caráter conservador da escola tradicional e sobre a tendência desta em manter o status quo social, muito mais que acelerar as mudanças.